Não aceitando a decisão
tomada pelo prefeito de sair do Consórcio do SAMU, vereadores e a população
continuam lutando para que Pinda permaneça neste atendimento de qualidade na
cidade. Está marcado para as 13 horas, em frente a Prefeitura, uma manifestação
na qual está sendo convidados população e lideranças para protestarem contra
essa perda para saúde de 160 mil habitantes.
Ontem os vereadores
Roderley Miotto, Rafael Goffi e presidente da Câmara passaram o dia reunidos no
Consórcio do SAMU, em Taubaté e de posse do valor da dívida e com proposta de
parcelamento e a permanência do município no sistema, eles se reunirão com o
prefeito às 13h30, no gabinete, e segundo informações o valor de 2,50 por
morador, valor baixo, preventivo que o município tem que lutar para manter este
problema.
O vereador Roderley Miotto
nos falou que ainda tem possibilidade de baixar o valor mensal do SAMU, projeto
esse que já está em estudo pelo Consórcio, mas na reunião os vereadores tem uma
carta na manga, o que no truco chamamos de zap, para enfrentar a posição irredutível
do prefeito em não querer o SAMU no município.
Falam-se muito em EMECOR,
mas não podemos comparar a qualidade de serviço do SAMU que é de extrema
necessidade de Urgência e Emergência, com o da EMECOR que também é um trabalho
competente, mas de remoção.
Outro fator que está
preocupando é que no desenrolar desta novela e a posição do prefeito e da
secretária de saúde deixa no ar uma fumaça política, onde é de conhecimento de
todos que o deputado Padre Afonso, tio da secretária de saúde, é oposição do
prefeito de Taubaté, gestor do Consórcio SAMU e a saída de Pinda prejudicaria
Taubaté e os demais munícipios que integram este sistema.
Falar tanto de EMECOR é
dizer e tentar comparar que o sabor da carne moída, mesmo com excelente tempero
é superior a uma picanha, ou dizer que a água da torneira é melhor que a água
mineral, as duas hipóteses são boas, mas qual é a melhor para saúde de 160 mil
habitantes?
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