Se você tem um filho, um irmão ou um parente com deficiência, sabe bem o que significa lutar diariamente por direitos básicos. Sabe o que é enfrentar dificuldades no transporte, na saúde, na educação e na acessibilidade. Sabe também que, muitas vezes, o poder público não enxerga essas demandas – não por má vontade, mas porque falta um levantamento real, com dados concretos sobre essa população.
Agora, isso vai mudar.
Um Censo atualizado para políticas públicas mais eficazes.
O Censo de Inclusão será realizado a cada dois anos,
garantindo que os dados estejam sempre atualizados e reflitam a realidade da
cidade. Isso permitirá que os gestores públicos tomem decisões mais
assertivas na criação de políticas de acessibilidade, saúde, educação e
trabalho.
Além disso, a lei prevê um Cadastro de Inclusão com um
sistema de autocadastramento contínuo disponível para essas famílias. Dessa
forma, qualquer pessoa com deficiência ou sua família poderá manter suas informações
sempre atualizadas.
Por que essa lei é um avanço real?
Porque não se pode criar soluções sem conhecer o
problema.
Até hoje, Pindamonhangaba não tinha um censo, um banco de
dados detalhado sobre quantas pessoas com deficiência vivem aqui, quais são
suas necessidades, como vivem e como poderiam ser melhor assistidas.
Sem essas informações, a gestão pública de qualquer
cidade trabalha no escuro.
Mas com a nova lei, a cidade poderá agir com mais
eficiência para garantir:
✅ Atendimento especializado na
saúde – Com um cadastro atualizado, é possível planejar melhor consultas,
tratamentos e suporte médico adequado.
✅ Educação inclusiva – Sabendo
a quantidade de alunos com deficiência e suas necessidades específicas, a
prefeitura pode melhorar a estrutura das escolas, capacitar professores e
garantir inclusão de verdade.
✅ Acessibilidade e transporte –
Com dados concretos, fica mais fácil justificar e implementar melhorias na
mobilidade urbana, transporte adaptado e acesso a espaços públicos.
✅ Oportunidades de emprego e
renda – Empresas e instituições poderão usar esses dados para fomentar a inclusão
de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
Mais inclusão, mais dignidade!
Essa lei é um avanço real. Não é promessa vazia, é um
compromisso de Ana Paula Goffi com a inclusão, com a dignidade e com a
construção de políticas públicas eficazes.
”Cada mãe, cada pai, cada família que cuida de uma pessoa
com deficiência quer apenas o básico: ser ouvido, ser visto e ter acesso a
direitos que já existem, mas nem sempre chegam a quem mais precisa”.
Por isso, esta conquista não é apenas de uma vereadora,
mas de toda a cidade. É uma vitória coletiva.
Seguirei firme nesse compromisso. Porque a inclusão não
pode ser apenas um discurso. Ela agora é lei. Ela agora é realidade
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