sábado, 25 de fevereiro de 2017

PARABENS RENATO MAMÃO

Registramos hoje , 25 , o aniversário do amigo e do ex presidente do Sindicato dos Metalúrgico renato Mamão.
A ele os nossos cumprimentos e também de amigos e familiares.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Prefeito sai do SAMU e Pinda fica isolada na saúde


Em entrevista coletiva realizada agora pela manhã o prefeito de Pinda anunciou oficialmente a saída do município do consórcio do SAMU, alegando falta de recurso e analisando que a mensalidade de 397 mil é inviável para o município. A Prefeitura a partir de agora sem o SAMU irá perder o sistema RUE que engloba 9 municípios da região de Taubaté.
A Rede de Urgência e Emergência que tem livre acesso ao atendimento no Pronto Socorro, Santa Casa, Hospital Universitário e Regional com a saída Pinda terá dificuldade no atendimento a população.
Ontem 40 funcionários da base do SANU de Pinda foram notificados da demissão e com essa decisão do prefeito o município terá apenas o atendimento da EMERCOR.
O SAMU foi criado através da portaria 2110/2014 pelo Conselho Nacional de Medicina que conta com total apoio do Ministério da Saúde através de repasse de recursos. Pinda foi contemplada por fazer parte do consórcio do SAMU com 2 ambulâncias básicas e uma avançada, que mesmo saindo ficará para o município que com certeza para colocar em funcionamento terá que cumprir com as exigências dessa portaria.
Além do prejuízo imediato de atendimento a população a cidade perderá o credenciamento das três UPAs, e aumento da taxa de internação da Santa Casa que irá totalizar anualmente um prejuízo na casa de 800 mil reais/mês e de aproximadamente 9 mi 600 mil reais/ano.
No período da tarde o prefeito convocou uma reunião com os vereadores para explicar esta decisão e para falar da solução que dará para substituir o serviço do SAMU.
Os funcionários dispensados ontem estão resistindo em trabalhar no Carnaval o que será um novo problema para Secretaria de Saúde resolver esta tarde de sexta-feira.
É bom frisar que a região Metropolitana no Vale do Paraíba possui 4 bases administrativas do sistema SAMU, a região de São José dos Campos, região do Litoral Norte, região de Taubaté a qual inclui Pinda e a maior de Guará que atende 17 municípios. A rumores que Pinda pode tentar ingressar na região de Guará, mas o respaldo hospitalar desta região contem as Santas Casas de Aparecida e Cruzeiro em situação difícil, Guará contaria com a Santa Casa de Pinda e Pronto Socorro com condições financeira e de atendimento em melhor situação.
No entanto a discussão SAMU independente do prejuízo financeiro tem que ser muito bem discutido no que se diz no atendimento da população, onde o assunto é vida e por isso tem que ser pensado, repensado antes de tomar qualquer decisão precipitada.

Pinda ingressou no consórcio do SAMU em novembro e está a pouco mais de três meses e 15 dias de atraso e por isso não seria o momento de parcelar essa dívida e renegociar o valor mensal diante da demanda e, principalmente da situação financeira do país e do município. 

Nota oficial da prefeitura

Pindamonhangaba permanece com atendimento municipalizado de emergência

Pindamonhangaba vai permanecer com os serviços de atendimento de urgência e emergência, por meio do Emercor, que já atende a cidade desde junho de 2012, e a Clínica Médica Vale Guaratinguetá. No total, são três ambulâncias, sendo uma ativa e uma reserva da Emercor e uma UTI da Clínica, prontas a atender as ocorrências dentro do município.
Em média, são 450 atendimentos mensais, com investimento da Prefeitura de R$ 125 mil. O serviço inclui ainda profissionais e médico na central de regulação, enfermeiro e técnico de enfermagem. O atendimento é 24 horas, com telefonistas de emergência além da equipe de atendimento de Pinda.
Como a cidade já conta com este atendimento, e não dispõe de verba no orçamento para manter outro serviço semelhante, Pindamonhangaba está encerrando, até o final de fevereiro, a participação no Cisamu - Consórcio Intermunicipal do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Atualmente, o custo para se manter no Consórcio é de R$ 4,8 milhões por ano e ele atende a uma média de 324 pacientes por mês, no município.
"Nunca tivemos a intenção de sair do Samu. Ocorre que o método utilizado pelo colegiado (Consórcio) encareceu muito os custos. Fizemos um estudo orçamentário para tentativas de remanejamento de verba para suprir os custos do Samu, mas infelizmente o município não conta com esse recurso", explicou a secretária de Saúde, Valéria dos Santos.
A secretária destacou, ainda, que foram feitas propostas em quatro reuniões, dentro da viabilidade econômica do município. "Foi proposto o pagamento aproximado de R$ 215 mil por mês para nos mantermos no Samu. Porém todas as ofertas foram recusadas. Assim, para a redução dos custos, seria necessário novo modelo de gestão. Por exemplo, o modelo fundo a fundo, ou seja, sem a necessidade de consórcio", ressaltou.
O serviço de atendimento de urgência e emergência continua através do telefone 192. 


Serviço de odontologia para por falta de material


Conforme mostra a foto enviada para o nosso WhatsApp por um munícipe, as Unidades de Saúde do Jardim Eloina e Cidade Nova pararam o atendimento odontológico por falta de luvas, já no Castolira o dentista se encontra de férias e no posto central está faltando material.
Entramos em contato com o coordenador de odontologia Dr. Beneton, que reconheceu os fatos e embora esteja a frente do serviço a menos de 15 dias nos afirmou que na semana que vem começará a ser reabastecido as unidades com material e medicamentos e que está agilizando a contratação de uma nova empresa para manutenção dos equipamentos tendo em vista que o contrato venceu no ano passado e não foi aditado.
Dr. Beneton é servidor de carreira a 27 anos e tem o respeito por todos os profissionais da categoria e já exerceu este trabalho há 10 anos, onde na ocasião desenvolveu um excelente trabalho.


Prefeitura responde questionamento do Sindicato sobre o não pagamento de diárias de motoristas


A Secretaria de Saúde de Pindamonhangaba enviou ao Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Pindamonhangaba uma resposta ao ofício nº 33/2017 onde pede informações sobre o não pagamento das diárias aos motoristas lotados na área da saúde.
A resposta da Secretaria foi: Primeira, vale ressaltr que o orçamento deve referir-se a um periodo de tempo determinado. O prazo de vigência da lei orçamentária será anual, devendo esta ser elaborada, votada e aprovada anualmente. Isso serve para que o Executivo reveja anualemnte suas perioridades e metas.
Na sequência, não obstante seja de conhecimento não só da categoria dos motoristas, mas também do público em geral, é certo que, em regra, nem sempre se consegue aprovar o orcamento até o final do ano, iniciando-se o exercício financerio seguinte sem orçamento, e consequsntemente sem autorização para efetura os gastos públicos.

No caso deste municipio a programação orçamentária se efetivou na segunda quinzena de janeiro e, sendo assim, pequenos atrasos acabaram ocorrendo, os quais, contudo, foram franca e diretamente explicados à categoria dos motoristas, considerando que na presente data dos pagamentos encontram-se saldados. 

Polícia Civil perde 381 agentes aposentados em 2017 e atua sem 1/4 da equipe



A Polícia Civil de São Paulo já perdeu quase 400 policiais aposentados só neste começo de 2017. A debandada escancara ainda mais a defasagem de funcionários na instituição que, segundo a última atualização do Portal da Transparência, já atinge 25%. Ou seja, um quarto dos cargos estão vagos.
Foram 332 aposentadorias publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE) e, só na primeira semana de fevereiro, outras 49, totalizando 381 policiais a menos na instituição em pouco mais de um mês.
As carreiras mais afetadas pelas aposentadorias foram as de escrivão e investigador, que perderam 125 e 108 policiais, respectivamente, no período. Os cargos já contavam, juntos, com um déficit de mais de 5,2 mil profissionais.
13 delegados, 22 agentes policiais, 26 agentes de telecomunicações, 5 papiloscopistas e 11 auxiliares de papiloscopistas também abandonaram o barco e engrossam a crise na Polícia Civil.
Nas carreiras ligadas à Polícia Técnico-Científica (PTC), responsável pelos trabalhos de perícia nos crimes ocorridos no estado, a situação não é diferente. A corporação é um braço da Polícia Civil e conta com seis carreiras: auxiliar de necropsia, atendente de necrotério, desenhista, fotógrafo, médico-legista e perito, que perderam, juntas, outros 30 policiais aposentados só no começo deste ano.
Na PTC, quase 40% das vagas estavam desocupadas em dezembro. Não à toa, a instituição ainda emitia, no último trimestre de 2016, 11,5 mil laudos de exames necroscópicos, criminalísticos, clínicos e laboratoriais realizados em 2015.
Em Pindamonhangaba não é diferente a Polícia Civil tem em seu 1º DP no mínimo 15 policias, o 2º DP está funcionando com um delegado, dois escrivães e dois investigadores, precisaria de no mínimo mais 8 para atender 30 bairros e na região leste o 3º DP que atende 28 bairros possui apenas um delegado, um investigador e um escrivão precisaria de no mínimo mais oito.
Para que a polícia possa desenvolver um trabalho adequado tem que ter um convênio de parcerias com a Prefeitura, para que servidores ou PADs possam trabalhar na parte administrativa.
Recentemente gerou sérios boatos que a delegacia da Cidade Nova iria fechar, fato que não é verdade, mas a população tem que entender que se no futuro acontecer essa necessidade o serviço da polícia civil pode estar integrado todo em apenas um prédio, pois ela só atua após o crime ocorrido que é a investigação, instalação de inquérito e conclusão.
Especificamente falando da região leste foi fechado o destacamento da polícia militar, ela sim tem a função de fazer o patrulhamento ostensivo e preventivo em todos os bairros da cidade fato que também tem que levar em conta que o efetivo de Pinda está defasado e precisaria de no mínimo mais 60 homens e mais viaturas.
Dentro desta avaliação a uma importante necessidade, já que o prefeito está investindo no COI seja feito também uma reunião com a Polícia Civil para dar suporte e voltar o convênio para que as delegacias tenham mais funcionários realizando o serviço administrativo liberando assim os polícias civis para ampliar o serviço de investigação.
O vereador Rafael Goffi está movimentando junto ao governo do estado para ampliar o número do efetivo tanto da polícia civil como militar.


Fonte: Dados do site G1

Renato Cebola visita Conselho Municipal de Saúde e Cooperativa Recicla




O vereador Renato Cebola essa semana fez uma visita a sala do Conselho Municipal de Saúde e a Cooperativa de Catadores de Moreira César Recicla para conhecer um pouco mais do trabalho deles e ouvir as suas reivindicações.
No Conselho Municipal de Saúde o parlamentar foi recebido pela presidente Irene Ribeiro que na oportunidade compartilhou como é o funcionamento do Conselho e as demandas da Saúde. Na visita Cebola conversou com a enfermeira chefe do EMAD - Equipe Multiprofissional de Atenção Domiciliar, Gislaine Costa que apontou as dificuldades para o funcionamento do programa.
Diante do exposto pelas profissionais o vereador fez alguns requerimentos que já foram aprovados e encaminhados aos órgãos competentes.
Em visita as instalações da Cooperativa de Catadores de Moreira César Recicla, Renato Cebola foi recebido pela presidente, Angela Gonzaga que na oportunidade apresentou o trabalho realizado por 30 cooperados, apresentou também os planos e dificuldades encontradas devido a não regularização por parte da administração pública, situação esta que barra o crescimento da cooperativa.

“Enfatizamos que já entramos em contato com o prefeito e vice-prefeito para que possamos juntos, buscar uma rápida solução e, consequentemente, ampliar a renda das pessoas que ali executam seu trabalho”, disse o vereador Renato Cebola.

Rafael Goffi recebe servidoras municipais e inicia luta pela inclusão do adicional de insalubridade das ASGs



Reunião aconteceu na segunda-feira, no auditório da Casa e reuniu mais de 50 profissionais da Prefeitura

No intuito de lutar pelos direitos dos servidores municipais, o vereador Rafael Goffi (PSDB) – atual presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, Cidadania, Segurança Pública e Direitos da Mulher da Câmara – esteve reunido com cerca de 50 profissionais da área de Serviços Gerais da Prefeitura na segunda-feira, dia 20, no Auditório da Câmara, para discutir diversos assuntos, em especial, na busca dos direitos trabalhistas da categoria, o chamado “Adicional de insalubridade”. As ASGs – Auxiliares de Serviços Gerais – procuraram o parlamentar para reivindicar esse direito e debater formas de conquistá-lo junto ao Poder Público Municipal. “Essas pessoas, em sua grande maioria, são Auxiliares de Serviços Gerais que atuam na cozinha das escolas e, desta forma, estão constantemente expostas à agentes físicos insalubres, como ruído excessivo e calor intenso”, explicou o vereador.

Imediatamente após a reunião, Rafael Goffi participou da 4ª sessão ordinária no Plenário Dr. Francisco Romano de Oliveira e na Tribuna da Casa, expôs o problema das ASGs da Prefeitura que trabalham nas cozinhas de unidades escolares e outros órgãos. “Diante dos pedidos e após a reunião com as ASGs, formulei um requerimento verbal cobrando explicações do Executivo a respeito da concessão de citado adicional de insalubridade, visto que é direito desses profissionais”, concluiu Rafael Goffi.